Parece que viveram ai um pequeno idilio.
Depois houve complicaçoes, creio que devido a distancia, quando cada um voltou ao seu pais.
Ao final, o amor falou mais forte e a Theresa foi morar na Holanda.
Ai foi questao de meses para marcar o casamento. Eu mal os conhecia, entao, quando resolvi comparecer aa cerimonia. Peguei aviao, trem e taxi para chegar ao magico lugar onde eles se conheceram. A festa durou sete dias e sete noites (pena que eu cheguei so para a ultima noite. Mas valeu toda a viagem), ao som de grupos de jazz cigano e ao crepitar do fogo.
Eles falavam que nao queriam ter filhos, mas ficaram imediatamente contentes quando a Theresa ficou gravida. Foram corajosos o suficiente para manter sua palavra de que, se um dia, por acaso, tivessem uma filha, ela se chamaria Peanut ("afinal, quem pode ficar bravo com uma garotinha com esse nome?"). é nome, nao é apelido, e esta registrado em cartorio.
Convencidos de que a vida que levavam na época do sitio organico é a ideal para eles, vao comprar terra em algum lugar mais quente que a Holanda e fazer um albergue, um camping, plantar umas coisas, e ser felizes para sempre.
Fizeram um primeiro giro pela regiao do Limousin, na França, na semana passada. Eu os acompanhei e esse foi o primeiro capitulo das minhas Aventuras de Entressafra.
A feliz familia Duvensteijn

Mari, afinal... Eles tiveram a garotinha?...Poe ai umas fotos!!! Bjs. Zinha
ResponderExcluirEstou muito interessado nesta estória. Sua escrita é muito envolvente. Consigo visualizar as cenas como se eu próprio estivesse vivenciando-as.
ResponderExcluirBeijo. Pádua
nana querida! por fin una buena manera de aprender portugués
ResponderExcluirquiero irme a vivir a brasiiiil!
un montón de besos y toda la suerte del mundo en tu nueva etapa!
Conheço uma história parecida, só que no Brasil... e agora eles tem também um menino. Não, não são Eduardo e Monica!
ResponderExcluir:-)